ANDRÉ LUIZ ROTEIRO Capítulo 21- Continuando a palestra AL quis saber mais sobre o problema da propriedade na colônia. Dona Laura explica que.

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Transcript ANDRÉ LUIZ ROTEIRO Capítulo 21- Continuando a palestra AL quis saber mais sobre o problema da propriedade na colônia. Dona Laura explica que.

ANDRÉ LUIZ

ROTEIRO

Capítulo 21- Continuando a palestra

AL quis saber mais sobre o problema da propriedade na colônia.

Dona Laura explica que a propriedade é relativa.

As construções em geral representam patrimônio comum, sob controle da Governadoria.

As aquisições são feitas à base de horas de trabalho. O Espírito que ainda não trabalha, tem abrigo garantido, mas os que cooperam podem ter casa própria (nunca mais que uma) por 35 mil bônus-hora O marido havia conquistado aquele lar para ventura da família

Capítulo 21- Continuando a palestra

André quis saber também sobre se Dona Laura havia recordado o passado, logo após sua vinda ou esperou o concurso do tempo? Laura conta que é preciso grande equilíbrio para recordar. Quem lembra o crime cometido ou o crime de que foi vítima, sente-se infeliz. Portanto, só os Espíritos seguros de si, recordam espontaneamente Valor que damos a personalidade em Laura diz que ela e o marido tinham lembranças vagas do passado que causavam perturbação, consultaram o Ministério do Esclarecimento e tiveram acesso primeiro às suas experiências passadas, abrangendo 3 séculos. Depois de longo tempo de meditação, foram submetidos a psíquicas a fim de lembrar desse período. detrimento da anotações operações de

Capítulo 22- O Bônus - Hora

Notando que a senhora Laura entristecera ao recordar do marido, perguntou: “- Que me diz do bônus-hora ? É algum metal amoedado?” “- Não. É uma ficha de serviço , funcionando como valor aquisitivo. Em Nosso Lar, o vestuário e a alimentação básica é garantido a todos, mas os que trabalham adquirem direitos justos de certas prerrogativas. Todos devem dar 8 horas de serviço, nas 24 h do dia, e a Governadoria permite 4 horas de esforço extra. Quando o serviço é sacrificial a remuneração é dobrada ou até triplicada e também os quesitos assiduidade e dedicação ao trabalho são levados em conta.”

Capítulo 22- O Bônus - Hora

O verdadeiro ganho é de natureza espiritual e o bônus-hora modifica-se em valor segundo a natureza do serviço As aquisições fundamentais constituem-se de experiência, educação, enriquecimento de bênçãos divinas. A dedicação e a assiduidade são quase tudo É mais valioso o registro individual da contagem de tempo de serviço útil Pode-se gastar o bônus-hra a favor dos amigos através de intercessões amorosas Herança não se passa o bônus-hora por herança mas podemos interceder pelos nossos amores se tivermos os méritos de serviço útil necessários

Capítulo 23- Saber ouvir

Com a chegada de Lísias, André vai até o jardim de entrada da casa e comenta nunca ter sentido tamanha paz. Ao que Lísias informou, existir um compromisso entre todos os habitantes no sentido de não se emitirem pensamentos contrários ao bem.

Esse esforço se transforma numa prece quase perene e daí nascem as vibrações de paz O pensamento é força viva- FV

Capítulo 23- Saber ouvir

“A cidade era mais um departamento do Umbral do que uma zona de refazimento e instrução” Lísias liga um aparelho radiofônico Não devemos procurar notícias dos Planos inferiores senão para levar auxílios justos. Criatura nenhuma auxiliará com justiça apresentando desequilíbrios do sentimento e do raciocínio Nosso Lar vivia em perturbações porque, não sabendo ouvir, não podia auxiliar com êxito e a colônia transformava-se, frequentemente, em campo de confusão saber falar como saber ouvir

Capítulo 24- O impressionante apelo

Apelo feito em português.

Os que se afinam podem permutar pensamentos Apelo de “Moradia”, colônia de serviços muito ligados às zonas inferiores Agosto de 1939- Prenúncio da Segunda Guerra Mundial

Capítulo 24- O impressionante apelo

Obsessão coletiva de nações “A humanidade encarnada é igualmente nossa família. Unamo-nos numa só vibração. Contra o assédio das trevas , acendamos a luz; contra a guerra do mal, movimentemo-nos na assistência do bem.

Rios de sangue e lágrimas ameaçam os campos das comunidades européias. Proclamemos a necessidade do trabalho construtivo, dilatemos nossa fé…Que o Senhor nos abençõe.”

Capítulo 25- Generoso Alvitre

Abandone a mera curiosidade

“A curiosidade, mesmo sadia, pode ser

zona mental muito interessante, mas perigosa, por vezes”

Atire-se ao trabalho Recomeçar

“Clarêncio ofereceu-lhe ingresso nos

Ministérios, começando pelo de Regeneração, não se limite a observar, medite no trabalho e atire-se a ele na primeira ocasião” trabalho e na bênção da oportunidade de recomeço

“A ciência de recomeçar é das mais nobres

que nosso Espírito pode aprender”

Capítulo 25- Generoso Alvitre

“Lembremos de Paulo de Tarso, Doutor do Sinédrio, esperança de uma raça, pela cultura e pela mocidade, alvo de geral atenção em Jerusalém, que voltou, um dia, ao deserto para recomeçar a experiência humana, como tecelão rústico e pobre”

Capítulo 26- Novas perspectivas

André seguia Rafael, rumo ao Ministério da Regneração em silêncio. Utilizava, agora, a prece como ponto de referência aos propósitos de serviço Clarêncio estranha a nova atitude de André que pede seja transformada a concessão de visitar em oportunidade de servir Quantas vezes nos colocamos na posição de simples observadores com a desculpa de que “isso não faz parte do meu trabalho”?

“Quando o servidor está pronto, o serviço aparece” André segue, com Tobias para as Câmaras de Retificação

Capítulo 27- O trabalho, enfim

As Câmaras de Retificação estão localizadas nas vizinhanças do Umbral.

Os necessitados que aí se reúnem não toleram as luzes, nem a atmosfera de cima,nos primeiros tempos de moradia em "Nosso Lar" Junto a Tobias e Narcisa, ouve esclarecimentos acerca das entidades ali acolhidas, ainda presas às sensações e interesses inferiores e exalando desagradáveis emanações “verdadeiros despojos humanos” Tobias questiona sobre os poucos auxiliares presentes, Narcisa esclarece que foram chamados ao trabalho junto aos Samaritanos (Organização de Espíritos benfeitores)

Capítulo 27- O trabalho, enfim

Caso Ribeiro

Piora devido a carga de pensamentos

sombrios, emitidos por parentes encarnados

Tobias: “É preciso que a família maior

bagagem de preocupações” prazer criminoso, o poder do dinheiro, a revolta contra a lei, a crença na impunidade

Os contrabandistas da vida eterna

Acreditavam que as mercadorias terrestres

teriam o mesmo valor nos planos do Espírito

Esqueceram de cambiar as posses materiais

em créditos espirituais

Milionários das sensações físicas

transformados em mendigos da alma

Capítulo 27- O trabalho, enfim

OS SEMIMORTOS Câmara com 32 leitos. Eram sofredores com o sono mais pesado que os outros, que admitiam somente o nada após a morte. Converteram a vida em constante preparação para o grande sono Tobias começou a aplicar passes de fortalecimento em cada um, após a operação nos dois primeiros, começaram ambos a expelir negra substância pela boca, espécie de imigrantes, como vômito escuro e viscoso oportunidade de aprendizado Narcisa fazia o possível para atender prontamente à tarefa de limpeza mas em vão. Foi então que instintivamente, AL agarrou os apetrechos de limpeza e lançou-se ao trabalho com alegria de poder recomeçar a educação na enfermagem rudimentar

Capítulo 28- Em serviço

Encerrada a prece coletiva, ao crepúsculo, Tobias ligou o receptor (rádio), a fim de ouvir os Samaritanos em atividade no Umbral. Estabelecido o contato, foi transmitido que o trabalho conseguiu remover 29 Espíritos, 22 em desequilíbrio mental e 7 em inanição psíquica. Chegariam após a meia-noite e solicitaram providências

Transporte em massa

Capítulo 28- Em serviço

Começam os preparativos. Outros trabalhadores foram chamados. Narcisa e outros 5 servidores preparavam roupa e apetrechos de enfermagem enquanto Tobias e André moviam material pesado para o Pavilhão 7 e a Câmara 33 Seguiu-se o atendimento aos doentes e AL se impressionou com a dedicação de Narcisa que lhe contou sua história Precisava encontrar alguns Espíritos amados na Terra, mas foi aconselhada pela Ministra Veneranda a corrigir desequilíbrios do sentimento em serviço durante 10 anos (faltavam 3 anos e meio).

Capítulo 29- A visão de Francisco

D. Laura pede notícias pois André, absorvido pelo trabalho, se esquecera de avisá-la sobre a necessidade do serviço noturno.

– Muito bem, meu filho! Apaixone- se pelo seu trabalho, embriague-se de serviço útil. Somente assim, atenderemos à nossa edificação eterna Amor ao trabalho

Capítulo 29- A visão de Francisco

A terrível angústia do Espírito que vê o próprio corpo e julga-o um monstro a atormentá-lo (excessivamente apegado ao corpo físico e faleceu por desastre imprevidente) Não valeram socorros das esferas mais altas, porque fechava a zona mental a todo pensamento relativo à vida eterna Por fim, os vermes fizeram-lhe experimentar tamanhos padecimentos que o pobre se afastou do túmulo, tomado de horror. Começou, então, a peregrinar nas zonas inferiores do Umbral

Capítulo 29- A visão de Francisco

Dedicação do pai

Ajoelhou- se diante do enfermo.Tomou-lhe as mãos, ansioso, como se estivesse a

transmitir vigorosos fluidos vitais,

Francisco, desde esse dia, melhorou bastante. A

demência total reduziu-se a crises cada vez mais espaçadas.

Alerta

A visão de Francisco é o pesadelo de muitos Espíritos

depois da morte carnal

Apegam-se demasiadamente ao corpoNão enxergam outra coisa, nem vivem senão dele e

para ele, votando-lhe verdadeiro culto

Lição

Isto, porém, deve preocupar-nos,mas não deve ferir-nosA crisálida cola-se à matéria inerte, mas a borboleta

alçará o vôo

Capítulo 30- Herança e Eutanásia

André é convidado a acompanhar Paulina em visita ao pai enfermo. Um velho de fisionomia desagradável, o olhar evidenciava aspereza e revolta, semelhava-se a uma fera humana enjaulada Repensar os pré julgamentos “Procurei observar, acima do sofredor, o irmão espiritual. Desapareceu a impressão de repugnância, aclarando-se-me os raciocínios. Apliquei a lição a mim mesmo. Como teria chegado, por minha vez, ao Ministério do Auxílio?” “Quando examinamos a desventura de alguém, lembrando as próprias deficiências, há sempre asilo para o amor fraterno, no coração”

Capítulo 30- Herança e Eutanásia

Lição de Jesus que recomenda nos amemos uns aos outros. Atravessamos experiências consangüíneas, na Terra, para adquirir o verdadeiro amor espiritual Nossos lares terrestres são cadinhos de purificação dos sentimentos ou templos de união sublime, a caminho da solidariedade universal Troca de fluidos de amargura e incompreensão. O pensamento , em vibrações sutis, alcança o alvo, por mais distanteque esteja. A permuta de ódio e desentendimento causa ruína e sofrimento nas almas.

Capítulo 30- Herança e Eutanásia

Todos arruinaram belas possibilidades espirituais, distraídos pelo dinheiro fácil e apegados à idéia de herança Os casos de também a herança , em regra, são extremamente complicados. Com raras exceções, acarretam enorme peso a legadores e legatários. Neste caso, porém, vemos eutanásia O que vamos deixar aos nossos filhos?

Deus criou seres e céus, mas nós costumamos transformarnos em Espíritos diabólicos, criando nossos infernos individuais.

“São raros os que se preocupam em ajuntar conhecimentos nobres, qualidades de tolerância, luzes de humildade, bênçãos de compreensão. Impomos a outrem os nossos caprichos, afastamo-nos dos serviços do Pai, esquecemos a lapidação do nosso Espírito”

PRÓXIMO ESTUDO:

VAMPIRO

NOTÍCIAS DE VENERANDA

CURIOSAS OBSERVAÇÕES

COM OS RECÉM-CHEGADOS DO UMBRAL

ENCONTRO SINGULAR

O SONHO

A PRELEÇÃO DA MINISTRA

O CASO TOBIAS

OUVINDO A SENHORA LAURA

QUEM SEMEIA COLHERÁ