2010 - NOVEMBRO - 3 A - FEG

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RECURSOS HUMANOS E
PSICODINÂMICA DO TRABALHO
Profa. Dra. WILMA LUCIA CASTRO
DINIZ CARDOSO
INTRODUÇÃO
* O Homem não foi feito para viver só. Por isso, é
através dos relacionamentos que realiza sua
existência e esta ganha contornos e se estabelece.
* Mas é também, justamente nesses
relacionamentos, que aparecem os primeiros
problemas: conflitos, tensões, desentendimentos,
entre outras coisas.
* Outro ponto importante a ser enfatizado, são as
diferenças individuais que estão presentes nos
relacionamentos com pessoas diferentes, com diferentes
temperamentos, tanto no dia-a-dia social quanto no
ambiente de trabalho.
* Essas diferenças podem se tornar ricas para alguns
indivíduos, enquanto para outros, se tornar um desafio à
sua sobrevivência tanto profissional quanto pessoal e
psicologicamente.
* Aprender a “arte” da boa convivência talvez seja a maior
necessidade humana. (Lenda dos porcos espinhos de
Schopenhauer)
* Elton Mayo, um dos grandes estudiosos da realidade
do trabalho, já em 1945, se preocupava ao constatar
que a maior deficiência humana estava na incapacidade
de conseguir a cooperação e a compreensão de um
outro indivíduo, afirmando que “foram desastrosas para
a sociedade as consequências do desequilíbrio entre o
desenvolvimento de aptidões técnicas e das
habilidades sociais”.
* Se no passado já se dava grande importância às
habilidades humanas e sociais, nos dias de hoje elas
são fundamentais. Estudos têm demonstrado que a
“arte” da convivência é tão importante quanto a
inteligência, a determinação, o conhecimento ou as
habilidades profissionais de uma forma geral.
* Aceitar como verdadeiras essas afirmações e
constatações, requer, na realidade, estarmos abertos a
esse novo paradigma, a nos permitir conhecer mais
profundamente, sem pré-conceitos e preconceitos, o
porquê dessa nova abordagem. Ela é hoje uma das
preocupações de vários profissionais em relação ao
ambiente de trabalho e às pessoas que o compartilham.
* A partir de agora, entraremos definitivamente no tema
que propusemos trabalhar, ou seja, “Saúde Mental e
Trabalho”, um dos itens da nossa Disciplina.
SAÚDE MENTAL E TRABALHO
* O estudo das interrelações entre a Saúde Mental e o
Trabalho situa-se em um campo interdisciplinar
complexo, abrangente e ainda insuficientemente
examinado.
* É o ponto de encontro de disciplinas distintas tais
como a psicologia social, a psicologia experimental e a
psicologia clínica, a psiquiatria clínica, a
psicossomática, a psicanálise, a toxicologia, a medicina
do trabalho, a ergonomia, a epidemiologia e as várias
disciplinas da engenharia industrial e de produção que
estudam a organização e os processos de trabalho.
(SELIGMANN-SILVA, 1986)
* Um estudo integrado da Dinâmica envolvida no
trabalho é necessário, para que seja possível ver com
maior clareza a necessidade ou não de uma maior
promoção da saúde mental do trabalhador.
* Dejours e Abdoucheli (1990, p. 120) esclarecem que ao
falarmos “dinâmica/dinâmico”, significa que a
investigação da realidade organizacional nesse aspecto
toma como centro os conflitos que surgem no encontro
entre Sujeito-trabalhador (com sua história singular) com
uma situação de trabalho com características já fixadas
que independem da vontade do sujeito.
* Se por um lado o significado de “trabalho” caracterize
uma atividade que possibilita a subsistência dos
indivíduos (DOBB, 2006), por outro lado significa a
realização de uma obra que “expresse” o sujeito, dandolhe reconhecimento social e identidade.
* Porém, os esforços rotineiros e repetitivos, sem
possibilidade da livre expressão, trazem ao trabalhador
um desconforto inevitável, levando-o às
descompensações em sua saúde mental, causando-lhe o
adoecimento.
* Seligmann-Silva (2004) apresenta algumas condições
específicas de trabalho e de vida que se vinculam com a
saúde mental dos trabalhadores:
=> Condições vinculadas aos aspectos físicos e
químicos do trabalho;
=> Riscos de acidentes e de doenças;
=> Condições derivadas das características da
organização como ritmo intenso, jornadas extensas,
isolamento a que são submetidos alguns trabalhadores,
as formas de controle e as avaliações desenvolvidas na
organização e na hierarquia.
* Mendes (2004) já afirmava que o trabalho não é só lugar
de sofrimento ou só de prazer, mas é proveniente da
dinâmica interna das situações e da organização do
trabalho: relações subjetivas, condutas e ações do
sujeito permitidas pela organização do trabalho.
* Para Dejours (1988), a organização do trabalho exerce
sobre o sujeito uma ação específica que pode vir a atingir
seu aparelho psíquico. Ora é causado pelo choque entre
sua história individual (projetos, esperanças e desejos) e
uma organização de trabalho que ignora esse aspecto,
ora não possibilitando nenhuma modificação em sua
tarefa para a satisfação de suas necessidades
fisiológicas e seus desejos psicológicos.
* Autoras brasileiras como Minayo, Pitta, Guimarães,
Seligmann-Silva e Mauro (2004), acreditam que é na
INTERAÇÃO das diferentes instâncias envolvidas na
dialética trabalho-trabalhador que o processo saúdedoença se desenhará.
* É indispensável referir aqui à insuficiência de políticas
de saúde integradas e eficientes no enfrentamento dos
problemas ligados à Saúde Mental na população geral
que é extensiva à população ativa de trabalhadores.
* Seria interessante que os responsáveis pelos
Recursos Humanos nas organizações, manifestassem o
interesse em implantar um Programa de Saúde Mental
do Trabalhador, possibilitando, posteriormente, medidas
de prevenção e intervenção tanto para evitar
ocorrências que inviabilizem o desempenho
profissional, quanto para possibilitar UMA MAIOR
SATISFAÇÃO NO TRABALHO DA POPULAÇÃO ATIVA
NA ORGANIZAÇÃO E SUA CONSEQUENTE PRODUÇÃO
EFICIENTE E COM QUALIDADE.
* Levando sempre em consideração os objetivos da
Organização Mundial de Saúde (OMS) que define a Saúde
Mental como “um estado completo de bem-estar físico,
mental e social”, passaremos a falar primeiramente da
prevalência de Transtornos Mentais em Trabalhadores no
ambiente de trabalho, ressaltando a Depressão, o
Estresse Ocupacional e a Síndrome de Burnout, assim
como a possibilidade da ocorrência da Síndrome de
Karoshi.
* Posteriormente, abordaremos a presença do Alcoolismo
e da Drogadição no ambiente de trabalho.
TRANSTORNOS MENTAIS NO
AMBIENTE DE TRABALHO
* Estudos sobre os Transtornos Mentais no Ambiente
de Trabalho dão conta da prevalência de
aproximadamente 20% entre a população ativa
trabalhadora.
* Esse valor nas últimas décadas, mostra a expansão
também do maior conhecimento acerca das bases
bioquímicas dos transtornos mentais e o consequente
avanço na descoberta de novos tratamentos
farmacológicos para determinadas doenças.
• Entretanto, esses achados terão mais valor se vierem
acompanhados do conhecimento de “em que
circunstâncias se manifestam, em que locais e em
conjunção com que tipo de agravos físicos” ocorrem.
* Levando em consideração especificamente o
ambiente do trabalho, podemos reconhecer que ele é
um dos mais propensos ao aparecimento desses
transtornos, já que é nele que passamos a maior parte
de nossas vidas.
• Então, em função dessa realidade no ambiente
laboral, iremos agora falar sobre a Depressão.
DEPRESSÃO E TRABALHO
* A CID-10 (1993) – Classificação Internacional das
Doenças – O.M.S. e o DSM-IV (1995) – Manual
Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais –
A.P.A., colocam a Depressão na posição de “Transtorno
de Humor”.
* A Depressão e outros transtornos do humor, incluindo
também as alterações ansiosas, são problemas
psicológicos que, em muitíssimos casos, se expressam
através de uma ampla variedade de transtornos físicos e
funcionais.
* Nós a entenderemos como um Transtorno no qual a
perturbação fundamental é uma alteração do humor ou
do afeto (com ou sem ansiedade associada) ou de uma
elação (euforia).
* A alteração do humor em geral se acompanha de uma
modificação do nível global de atividade, e os outros
sintomas são ou secundários a estas alterações do
humor e da atividade, ou facilmente compreensíveis no
contexto onde ocorrem essas alterações.
* A maioria desses transtornos tendem a ser
recorrentes (repetem-se) e as ocorrências individuais
podem frequentemente estar relacionadas com
situações ou fatos estressantes.
* Durante os episódios típicos desse transtorno, a
pessoa apresenta um rebaixamento do humor, redução
da energia e diminuição da atividade costumeira.
* Existe alteração da capacidade de experimentar o
prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de
concentração, associada em geral à fadiga, mesmo após
um esforço mínimo. Observam-se problemas do sono e
diminuição do apetite.
* Existe quase sempre uma diminuição da auto-estima e
da autoconfiança e frequentemente idéias de
culpabilidade e ou de indignidade, mesmo nas formas
mais leves.
* O humor depressivo varia de dia para dia ou segundo
as circunstâncias, e pode ser acompanhado de sintomas
“somáticos”: perda de interesse ou prazer, despertar
matinal precoce (antes da hora habitual de despertar),
agravamento matinal da depressão, lentidão
psicomotora, agitação, perda de peso e da libido.
* O número e a gravidade dos sintomas permitem
determinar três graus de um episódio depressivo: leve,
moderado e grave.
=> LEVE: geralmente estão presentes ao menos dois ou
três dos sintomas citados anteriormente. O paciente
usualmente sofre com a presença desses sintomas, mas
provavelmente será capaz de desempenhar a maior parte
das atividades.
* MODERADO: Geralmente estão presentes quatro ou
mais dos sintomas já citados e o paciente
aparentemente tem muita dificuldade para continuar a
desempenhar as atividades de rotina.
* GRAVE SEM SINTOMAS PSICÓTICOS: Episódio
depressivo onde vários dos sintomas são marcantes e
angustiantes, tipicamente a perda da auto-estima e
idéias de desvalia ou culpa. As idéias e os atos
suicidas são comuns e observa-se em geral uma série
de sintomas "somáticos".
* GRAVE COM SINTOMAS PSICÓTICOS: Episódio
depressivo correspondente a descrição de um episódio
depressivo grave descrito anteriormente, mas
acompanhado de alucinações, idéias delirantes, de uma
lentidão psicomotora ou de estupor, de uma gravidade
tal que todas as atividades sociais e funcionais normais
tornam-se impossíveis.
. Pode existir o risco de morrer por suicídio, de
desidratação ou de desnutrição.
* A depressão também pode ser cíclica e recorrente.
Também pode apresentar-se como uma distimia.
* O QUE ELA ACARRETA AO INDIVÍDUO NO AMBIENTE
DE TRABALHO? AOS COLEGAS? À ORGANIZAÇÃO?
* Como um dos sintomas é o sentimento de menos
valia, a falta de interesse por coisas que geralmente
dava valor e a desmotivação frente a situações
prazeirosas, assim como a convivência com os colegas
e com as tarefas a serem realizadas ficam
comprometidas, independentemente do nível de
gravidade que o sujeito apresente.
* Nos casos mais graves, porém, o comprometimento é
tal, que há a orientação de se realizar o afastamento
funcional do sujeito, evitando-se danos à sua própria
saúde física e mental como a dos seus colegas, além do
comprometimento da qualidade de seus serviços.
* QUAL É O PAPEL DOS PROFISSIONAIS DO RH
FRENTE A ESSE TRANSTORNO? COMO AGIR?
* Primeiramente é importante afirmar que há sujeitos que
evitam que outros percebam que se encontram nesse
quadro, com medo de consequências trabalhistas.
* “Diagnosticar” esse problema também não é função do
do chefe ou do pessoal do RH, porém, devem ficar
atentos às percepções e colocações dos colegas do
grupo de trabalho desse sujeito, pois “os de fora” muitas
vezes percebem mais do que o próprio sujeito envolvido.
* Os próximos passos, os mais importantes, são o
contato primeiro com o sujeito e com os profissionais
do Departamento de Recursos Humanos, para o
possível encaminhamento para exames com o médico
do trabalho.
* Havendo o comprometimento do sujeito, cabe ao
médico do trabalho o encaminhamento a um médico
psiquiatra/psicólogo para o fechamento do diagnóstico e
o tratamento (sujeito geralmente fora do trabalho).
* IMPORTANTE: a depressão é uma das doenças mais
comuns no trabalho. Como os medicamentos muitas
vezes levam à uma perda dos reflexos e da agilidade de
pensamento, deve-se evitar que o sujeito permaneça em
ambientes com riscos de acidentes.
Resumindo as 5 características da
DEPRESSÃO
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Tristeza profunda;
Auto-estima rebaixada;
Sentimentos de culpabilidade;
Sentimentos de perda (perda de si mesmo!);
Atitudes auto-destrutivas, chegando a vias de
fato (suicídio).
=> Por isso a importância de sempre se fazer
um acompanhamento junto à família para se
evitar surpresas desagradáveis.
ESTRESSE OCUPACIONAL
* O termo stress, na forma que vem sendo utilizado,
vem da Física e tem o sentido de “grau de
deformidade que uma estrutura sofre quando é
submetida a um esforço”.
* Para Hans Selye esse termo significa um conjunto de
reações que um organismo desenvolve ao ser
submetido a uma situação que exige esforço de
adaptação. Foi esse autor que, em 1936, utilizou o
termo para designar esforço na área da Biologia.
* Criou também o conceito de SGA – Síndrome Geral
de Adaptação.
* O stress ou estresse, possui dois significados:
=> 1. Processo: tensão diante de uma situação de
desafio, tanto por ameaça quanto por conquista.
=> 2. Estado: resultado positivo ou negativo da tensão
realizada pela pessoa.
•Ter estresse significa estar submetido a estressores,
isto é, situações que vêm do meio externo ou do meio
interno.
=> Estressores externos: frio, calor, condições de
insalubridade, entre outros.
=> Estressores internos: mundo que temos dentro de
nós como os pensamentos, emoções – angústia, medo,
alegria, tristeza.
* Tanto os estressores externos quanto os internos, são
capazes de “disparar” em nosso organismo uma série
de reações (via sistema nervoso, sistema endócrino e
sistema imunológico, por meio da estimulação do
hipotálamo e sistema límbico = neo-córtex), que está
intimamente relacionada com o funcionamento dos
órgãos e regulação das emoções.
* Perspectiva biopsicossocial do estresse: uma relação
particular entre uma pessoa, seu ambiente as
circunstâncias às quais está submetida, que é avaliada
pela pessoa como uma ameaça ou algo que exige dela
mais do que suas próprias habilidades ou recursos e
que põe em perigo seu bem-estar ou sobrevivência.
* Estresse no Trabalho: situações em que a pessoa
percebe seu ambiente de trabalho como ameaçador à
suas necessidades de realização pessoal e profissional
e/ou a sua saúde física ou mental, prejudicando a
interação nesse ambiente e não possuindo recursos
adequados para enfrentar tais situações.
* O estresse possui três fases: alarme, resistência e
exaustão.
=> ALARME: aumento da frequência cardíaca e da
pressão arterial; aumento da concentração de glóbulos
vermelhos; aumento da concentração de açúcar no
sangue; redistribuição do sangue; aumento da
frequência respiratória; dilatação dos brônquios;
dilatação da pupila; aumento da concentração de
glóbulos brancos; ansiedade.
=> RESISTÊNCIA: aumento do córtex da supra-renal;
ulcerações no aparelho digestivo; irritabilidade; insônia;
mudanças no humor; diminuição do desejo sexual;
atrofia de algumas estruturas relacionadas à produção
de células do sangue.
=> EXAUSTÃO: retorno parcial e breve à Fase de
Alarme; falha dos mecanismos de adaptação;
esgotamento por sobrecarga fisiológica; morte do
organismo.
* Há dois tipos de estresse: eutress e distress.
=> EUTRESS: estresse positivo – o esforço de
adaptação gera sensação de realização pessoal, bemestar e satisfação das necessidades, mesmo que
decorrente de esforços inesperados. É um esforço
sadio na garantia de sobrevivência.
=> DISTRESS: estresse negativo - tensão com
rompimento do equilíbrio biopsicossocial por excesso
ou falta de esforço, incompatível com tempo, resultados
e realizações.
* MECANISMO DE COPING ou ENFRENTAMENTO:
=> É o conjunto de esforços que uma pessoa desenvolve
para manejar ou lidar com as solicitações externas ou
internas que são avaliadas por ela como excessivas ou
acima de suas possibilidades.
=> Funciona como uma estratégia da pessoa, para lidar
com as situações estressoras.
INDICADORES DE ESTRESSORES INDIVIDUAIS NO
AMBIENTE DE TRABALHO
•Queda da eficiência;
•Ausências repetidas;
•Insegurança nas decisões;
•Protelação da tomada de decisão;
•Sobrecarga voluntária de trabalho;
•Uso abusivo de medicamentos;
•Irritabilidade constante;
•Explosão emocional fácil;
•Grande nível de tensão;
•Sentimento de frustração;
•Sentimentos de onipotência;
•Desconfiança;
•Eclosão ou agravamento de doenças.
INDICADORES DE ESTRESSORES NO
FUNCIONAMENTO DOS GRUPOS E ORGANIZAÇÕES
•GRUPOS: competição não saudável; politicagem;
comportamento hostil com as pessoas; perda de tempo
com discussões inúteis; pouca contribuição ao
trabalho; trabalho isolado dos membros; não
compartilhamento de problemas comuns; alto nível de
insegurança; grande dependência do líder.
•ORGANIZAÇÃO: greves; atrasos constantes nos
prazos; ociosidade, sabotagem, absenteísmo; alta
rotatividade de funcionários; altas taxas de doenças;
baixo nível de esforço; vínculos empobrecidos;
relacionamentos entre os funcionários caracterizados
por rivalidade, desconfiança, desrespeito e
desqualificação.
ÚLTIMAS CONSIDERAÇÕES DESTA
PARTE...
* Várias são as situações desencadeadoras da
Depressão e do Estresse no ambiente de trabalho,
como vimos.
* O importante é que estejamos atentos a essas
manifestações e reações dos sujeitos nas organizações,
pois o fato desses sujeitos serem bem preparados
tecnicamente não lhes facilita por si só a realização de
suas tarefas e até mesmo de gerenciar pessoas.
•Gerenciar pessoas é uma das tarefas mais árduas que
existe.
•Como LÍDERES, devemos nos possibilitar conhecer
melhor a “alma humana”.
•E é isso que pretendemos fazer aqui até o final desses
nossos encontros.